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Última actualização: 07-02-2018 Publicado a: 02-02-2018
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Celebração de Protocolo | Agendas Regionais de Economia Circular

Por iniciativa do Ministério do Ambiente, as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, do Norte, do Centro, do Alentejo e do Algarve celebraram, no dia 31 de janeiro, um Protocolo com o Fundo Ambiental, tendente ao estabelecimento das Agendas Regionais de Economia Circular. 


O Fundo Ambiental, criado em agosto de 2016, tem por finalidade apoiar políticas ambientais para a prossecução de objetivos de desenvolvimento sustentável, contribuindo para o cumprimento dos objetivos e compromissos nacionais e internacionais, financiando entidades, atividades ou projetos que cumpram esses objetivos.


A cerimónia de assinatura do Protocolo teve lugar no Auditório da CCDR Centro e nela estiveram presentes o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, os representantes das CCDR e a representante do Fundo Ambiental. 


Na sua intervenção, o Presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo referiu a importância da Economia Circular na atividade da CCDR LVT, quer no domínio do ambiente quer no ordenamento do território. Salientou que “a Economia Circular deve ser entendida como um fator de resiliência e de competitividade para as Regiões” e, neste âmbito, salientou o trabalho prospetivo realizado pela CCDR de Lisboa, em articulação com as Autarquias da Região, designadamente a publicação dos “Estudos para uma Região RICA” (resiliente, inteligente, circular e atrativa).

 

Com esta publicação “procura-se dinamizar a Economia Circular junto das Autarquias, assim como contribuir com a partilha de conhecimento e boas práticas, potenciando o desenvolvimento regional face aos desafios que se colocam agora e no futuro.” Salientou, igualmente, a criação do portal RLVT RICA, para uma Região RICA, Resiliente, Inteligente, de Economia Circular e Atrativa, que contribui para a Economia Circular na Região.

 

O Ministro do Ambiente realçou a questão das alterações climáticas, referindo que “durante muitos anos esquecemos o impacto ambiental que o modelo económico acarretava” e que “hoje, e nas próximas décadas, temos de ser mais inteligentes na maneira como produzimos, na forma como gerimos as nossas matérias-primas e alterar o paradigma: deixarmos de ser consumidores e passarmos a ser utilizadores.

 

 

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