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Última actualização: 11-05-2012 Publicado a: 11-05-2012

Estratégia EU 2020

A Estratégia Europa 2020 para um Crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo da UE foi lançada pela Comissão Europeia em março de 2010 e aprovada pelos Chefes de Estado e de Governo dos países da UE em junho de 2010. O documento estabelece metas concretas a atingir durante a próxima década em áreas como o emprego, a educação, a utilização da energia e a inovação, a fim de ultrapassar o impacto da crise económica e voltar a colocar a Europa na via do crescimento.

 

A estratégia Europa 2020 estabelece três prioridades que se reforçam mutuamente:


   Crescimento inteligente: desenvolver uma economia baseada no conhecimento e na inovação.
   Crescimento sustentável: promover uma economia mais eficiente em termos de utilização dos recursos, mais ecológica e mais competitiva.
   Crescimento inclusivo: fomentar uma economia com níveis elevados de emprego que assegura a coesão social e territorial.


A Comissão apresenta sete iniciativas emblemáticas que visam estimular os progressos no âmbito de cada prioridade e que vincularão simultaneamente a UE e os Estados-Membros:
Uma União da inovação para melhorar as condições gerais e o acesso ao financiamento para a investigação e inovação, para assegurar que as ideias inovadoras são transformadas em produtos e serviços que criam crescimento e postos de trabalho.


Juventude em movimento para melhorar os resultados dos sistemas de ensino e facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho.


Agenda digital para a Europa para acelerar a implantação da Internet de alta velocidade e para que as famílias e as empresas possam tirar partido de um mercado único digital.

 

Uma Europa eficiente em termos de recursos destinada a contribuir para dissociar o crescimento económico da utilização dos recursos, assegurar a transição para uma economia hipocarbónica, aumentar a utilização das fontes de energia renováveis, modernizar o nosso sector dos transportes e promover a eficiência energética.

 

Uma política industrial para a era de globalização para melhorar o ambiente empresarial, especialmente para as PME, e para apoiar o desenvolvimento de uma base industrial forte e sustentável, suscetível de enfrentar a concorrência mundial.


Agenda para novas qualificações e novos empregos para modernizar os mercados de trabalho e capacitar as pessoas desenvolvendo as suas qualificações ao longo da vida, com vista a aumentar a participação no mercado de trabalho e a estabelecer uma melhor correspondência entre a oferta e a procura de mão-de-obra, nomeadamente através de uma maior mobilidade dos trabalhadores.


Plataforma europeia contra a pobreza para que a coesão social e territorial permita assegurar uma ampla distribuição dos benefícios do crescimento e do emprego e para que as pessoas em situação de pobreza e de exclusão social possam viver dignamente e participar ativamente na sociedade.

 

Instrumentos primordiais para atingir os objetivos da estratégia Europa 2020 a nível nacional, os programas nacionais de reforma contêm objetivos nacionais relacionados com os grandes objetivos à escala da UE e descrevem a forma como os governos tencionam atingi-los e vencer os obstáculos ao crescimento. Estes programas devem ser elaborados em estreita articulação com os Programas de Estabilidade e Crescimento, garantindo a coerência entre os dois instrumentos.

 

Em março de 2011 o Governo Português publicou o Programa Nacional de Reformas Portugal 2020, no âmbito do qual foram definidos os seguintes Compromissos e Metas:

 

•  Redução do défice público: 4,6% do PIB em 2011, 3% em 2012 e 2% em 2013
•  Aumento do peso das exportações no PIB para 40% em 2020
•  Intensidade em I&D (DIDE/PIB): 2,7% - 3,3%, dos quais de 1,0% - 1,2% no sector público e de 1,7% - 2,1% no sector privado em 2020 (1,9% em 2014)
•  Redução para 10% da taxa de saída precoce do sistema de ensino em 2020 (15% em 2014) e aumento para 40% de diplomados entre os 30 e os 34 anos em 2020 (30% em 2014)
•  31% da eletricidade consumida produzida com recurso a fontes endógenas e renováveis (23,1 em 2014 com base num critério de média dos últimos dez anos), aumento da eficiência energética em 20% (9,8% em 2015) e contributo nacional para a redução das emissões de gases com efeito de estufa ao nível europeu em 20% em 2020
•  Taxa de emprego de 75% para a população entre os 20 e os 64 anos em 2020 (71% em 2014)
•  Redução do nível de pobreza em menos 200 000 pessoas em 2020 (menos 50 000 em 2014)

 

Para mais informações consulte:
Estratégia EU 2020

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