A CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, I.P. (CCDR LVT) e a Ordem dos Arquitectos – Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo celebraram recentemente um protocolo de cooperação que visa aprofundar a articulação institucional em matérias como a valorização do património arquitetónico da região e a promoção da arquitetura enquanto instrumento de desenvolvimento regional.
O acordo estabelece um quadro de colaboração em iniciativas de caráter cultural, técnico e formativo, bem como na dinamização de projetos que reforcem a qualidade das políticas públicas de ordenamento do território e urbanismo. Neste contexto, assume especial relevância o Prémio Regional de Arquitetura de Lisboa e Vale do Tejo – Prémio Ruy d’Athouguia, que se afirma como uma iniciativa inovadora para a valorização da arquitetura na região.
Para a Presidente da CCDR LVT, Teresa Almeida, “a valorização da arquitetura é essencial para promover territórios mais qualificados, sustentáveis e inclusivos. O Prémio Ruy d’Athouguia constitui um instrumento fundamental para reconhecer o mérito e estimular boas práticas que contribuem diretamente para a salvaguarda do património e da identidade de Lisboa e Vale do Tejo”.
Criado para distinguir obras de reconhecida qualidade arquitetónica, o prémio tem como objetivo dar visibilidade às melhores práticas profissionais e incentivar a excelência na conceção, reabilitação e salvaguarda do património edificado e paisagístico. De periodicidade bienal, o Prémio Ruy d’Athouguia abrange três categorias — edificação nova, reabilitação e salvaguarda do património — e pretende também contribuir para o reforço da literacia arquitetónica e do interesse da sociedade civil pela qualidade do espaço construído.


fotos: Ordem dos Arquitectos